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Rentabilidade do imóvel comercial aumenta no primeiro trimestre
A rentabilidade do imóvel comercial no Brasil manteve a tendência de aceleração no primeiro trimestre de 2012.
A rentabilidade do imóvel comercial no Brasil manteve a tendência de aceleração no primeiro trimestre de 2012. As taxas de retorno do capital, da renda e total foram de 1,62% e 2,74% e 4,35%, respectivamente, na comparação com o último trimestre de 2011.
Em 12 meses a rentabilidade do imóvel comercial registrou desaceleração. A taxa de retorno total, que fechou 2011 com uma variação de 18,04%, apresentou no primeiro trimestre alta de 17,38%. Nessa mesma comparação, a taxa de retorno do capital foi de 5,41% e o retorno da renda, de 11,51%.
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Custo da mão de obra fica estável em São Paulo
Em abril o Custo Unitário Básico da construção civil do estado de São Paulo registrou alta de 0,14%, o que representou uma desaceleração na comparação com a variação de março, de 0,40%.
Em abril o Custo Unitário Básico da construção civil do estado de São Paulo registrou alta de 0,14%, o que representou uma desaceleração na comparação com a variação de março, de 0,40%. A variação em 12 meses até abril foi de 6,10%. Os custos com mão de obra ficaram estáveis e registram variação em 12 meses de 9,08%. O grupo materiais e equipamentos registrou variação mensal de 0,33% em abril contra alta de 0,45% em março.
O INCC-M fechou abril com taxa mensal de 0,83%. Em 12 meses, o aumento do índice ficou em 7,94%, a mais alta dos últimos onze meses. O grupo materiais, equipamentos e serviços manteve a tendência de aceleração dos últimos quatro meses e fechou com variação mensal de 0,58%. O grupo mão de obra fechou com aumento de 1,08%, refletindo os aumentos salariais em Salvador, Rio de Janeiro e Porto Alegre. No mês anterior a variação foi de 0,32% e a taxa acumulada em 12 meses até abril ficou em 11,76%.
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Taxa de desocupação na construção mantém-se abaixo da média nacional
O total de ocupados na construção civil nas seis regiões metropolitanas abrangidas pela Pesquisa Mensal de Emprego chegou a 1,786 milhões de pessoas em março.
O total de ocupados na construção civil nas seis regiões metropolitanas abrangidas pela Pesquisa Mensal de Emprego chegou a 1,786 milhões de pessoas em março. O resultado representou um aumento de 4,7% na comparação com o mesmo período de 2011. Nesta mesma comparação a única região metropolitana que apresentou queda foi Recife com -3,3%. Por sua vez, em Porto Alegre houve alta de 7,9% e em São Paulo, de 5,8%.
A taxa de desocupação no setor na construção da civil nas seis regiões metropolitanas pesquisadas pelo IBGE se mantém estável desde janeiro de 2012 com 3,1%, abaixo da média do trimestre para o total dos setores que ficou em 5,8%. Em São Paulo houve a maior redução na taxa de desocupação, passando de 3,5% em fevereiro para 2,8% em março.
O rendimento médio real da população ocupada no setor registrou variação de 9,2% em 12 meses, resultado que fica abaixo apenas do registrado por outros serviços (alojamento, transporte e serviços pessoais). As maiores elevações foram verificadas nas regiões de Recife com 20,3% e São Paulo com 12,3%.
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Desembolsos do BNDES para transportes rodoviários diminuem
No primeiro trimestre de 2012, os desembolsos do BNDES para a Infraestrutura atingiram R$ 9,948 bilhões, registrando ligeira queda (-1,3%) na comparação com o mesmo período de 2011.
No primeiro trimestre de 2012, os desembolsos do BNDES para a Infraestrutura atingiram R$ 9,948 bilhões, registrando ligeira queda (-1,3%) na comparação com o mesmo período de 2011.
A redução nos desembolsos realizados em 2012 até março foi mais forte no subsetor de transportes rodoviários - queda de 30,9% na comparação com o primeiro trimestre de 2011. Ainda assim, o subsetor rodoviário representou a maior parcela dos desembolsos do trimestre, 42,1% do total de Infraestrutura.
Vale notar que o setor da Infraestrutura representou 40,6% do total de desembolsos do BNDES entre os meses de janeiro a março de 2012, mantendo a participação registrada em 2011.
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Emprego em infraestrutura cresce em ritmo mais forte
O emprego com carteira na construção civil voltou a crescer de forma mais intensa no primeiro trimestre do ano.
O emprego com carteira na construção civil voltou a crescer de forma mais intensa no primeiro trimestre do ano. Na comparação com o mesmo período de 2011, o número de trabalhadores formais no setor registrou um aumento de 7,5% até março. A aceleração ocorreu especialmente no segmento de infraestrutura, que registra alta de 7,5% nessa mesma comparação. O segmento imobiliário registra crescimento menor, de 4,8%, mas também vem recuperando o ritmo. Em março a construção registrou 3,297 milhões de trabalhadores com carteira em todo país.
No estado de São Paulo, as taxas de crescimento se mantêm abaixo da média nacional: até março o crescimento é de 5,2% na comparação com o primeiro trimestre de 2011. No entanto, o segmento de infraestrutura apresenta elevação mais expressiva, com 9,1%. O segmento imobiliário registra crescimento inferior à média do estado, com 2,8% nos três primeiros meses do ano.
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São Paulo lidera vendas de materiais nos dois primeiros meses
O volume de vendas de materiais de construção no comércio varejista ficou estável em fevereiro, na comparação com janeiro, já desconsiderando as influências sazonais.
O volume de vendas de materiais de construção no comércio varejista ficou estável em fevereiro, na comparação com janeiro, já desconsiderando as influências sazonais. Vale lembrar que em janeiro houve crescimento de 4,3% na comparação com dezembro. Com esse resultado, as vendas de materiais registram aumento de 11,5% nos dois primeiros meses de 2012 em comparação com o mesmo período do ano passado. Nesta mesma comparação o estado de São Paulo registrou a maior alta, com 22,9%, seguido do estado de Santa Catarina com crescimento de 20,8%. O Distrito Federal e Minas Gerais registraram declínio no volume de vendas, de -0,6% e -0,4%, respectivamente.
Em fevereiro de 2012, a produção física de insumos típicos da construção civil apresentou crescimento de 1,2% na comparação com fevereiro do ano passado e passou a acumular elevação de 2,2% nos dois primeiros meses do ano, uma diferença expressiva em relação ao desempenho do comércio varejista.
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Custo da construção mantém aceleração
O Custo Unitário Básico da construção civil no Estado de São Paulo registrou alta mensal de 0,40% em março, acusando aceleração pelo terceiro mês consecutivo.
O Custo Unitário Básico da construção civil no Estado de São Paulo registrou alta mensal de 0,40% em março, acusando aceleração pelo terceiro mês consecutivo. Em 12 meses a variação chegou a 6,18%, a maior dos últimos dez meses. Os custos com mão de obra registraram aumento de 0,37%, refletindo aumentos concedidos por empresas do interior. Em 12 meses, o CUB mão de obra apresentou elevação de 9,13%. A variação mensal do CUB material foi de 0,45%, com alta acumulada em 12 meses de 2,47%.
Por sua vez, o INCC-M manteve a trajetória de desaceleração já observada no mês anterior e fechou março com uma variação mensal de 0,37%. Em 12 meses, o índice tem taxa acumulada de 7,85%. O grupo mão de obra acumula em 12 meses a maior taxa desde julho de 2004, com 11,85%. O grupo Materiais, Equipamentos e Serviços registrou movimento de aceleração passando de 0,40% para 0,42%. A aceleração do grupo foi influenciada especialmente pela alta de 1,93% do vergalhão. Em 12 meses, o INCC Materiais, Equipamentos e Serviços apresentou crescimento de 4,09%.
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Aumentam as vendas e oferta de imóveis
No primeiro mês do ano, depois de três meses de queda, o mercado imobiliário de São Paulo registrou aumento das vendas.
No primeiro mês do ano, depois de três meses de queda, o mercado imobiliário na cidade de São Paulo registrou aumento das vendas. Impulsionadas pelos imóveis de dois e três dormitórios, as vendas cresceram 29%, na comparação com janeiro de 2011. As vendas de unidades com um e quatro dormitórios registraram queda na comparação com o mesmo mês do ano anterior, -9,3% e -42% respectivamente. No total, foram vendidas 238 unidades a mais na comparação com janeiro de 2011. Na comparação com dezembro de 2011, apenas apartamentos de quatro dormitórios registraram aumento, de 55,6%.
A oferta inicial total de imóveis residenciais na cidade de São Paulo, na comparação com o mesmo mês do ano anterior, mantém taxas positivas desde março de 2011: em janeiro de 2012 houve um crescimento de 63%, com a oferta adicional de 7,5 mil unidades. Houve queda na oferta apenas de unidades com 4 dormitórios: -11,8%, nessa mesma comparação.
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Vendas de materiais crescem em janeiro
Em janeiro, o volume de vendas de materiais de material de construção registrou o melhor resultado mensal desde fevereiro de 2010.
Em janeiro, o volume de vendas de materiais de material de construção registrou o melhor resultado mensal desde fevereiro de 2010. Houve alta de 3,7% na comparação contra dezembro livre de influências sazonais. Na comparação com janeiro de 2011, o aumento do volume de vendas atingiu 13,7%.
No acumulado em 12 meses, o volume de vendas de materiais de construção foi 9,0% superior à janeiro de 2011. A taxa acumulada das vendas de materiais vem se reduzindo, no entanto o resultado de janeiro mostra uma recuperação importante que pode reverter a tendência de declínio nos próximos meses.
A redução das taxas de juros e o crescimento da massa de rendimento real dos ocupados (incremento de 3,6% em janeiro de 2012 em relação a janeiro de 2011, segundo o IBGE) favorecem o consumo das famílias.
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Mudanças na base de dados do emprego da construção
Depois do fechamento de 103,5 mil vagas em novembro e dezembro, as construtoras voltaram a contratar: em janeiro houve um aumento líquido de 50 mil trabalhadores com carteira no setor.
A retomada da contratação era esperada, no entanto o resultado 21% superior ao de janeiro de 2011 indicou o mercado de trabalho vai seguir sob grande pressão de demanda em 2012.
Vale lembrar que em 2011, o setor registrou a contratação líquida de 211,1 mil trabalhadores, o que representou uma queda em relação ao saldo de 2010, quando foram gerados 453 mil postos formais na construção. Assim, depois de registrar expansão superior 20% em 2010, a taxa de crescimento do emprego caiu para 8% no ano passado.
É importante observar que a série de emprego na construção com base nos dados Rais/Caged foi alterada. A partir de janeiro de 2012, a série do emprego da construção civil passou a ter por base as estatísticas da RAIS 2010. A série divulgada anteriormente tinha por base a RAIS 2009 e, portanto, o estoque de empregados de dezembro de 2009. A nova série foi recalculada fixando-se como base o estoque de empregados de dezembro de 2010, dado pela RAIS 2010, no lugar da base utilizada anteriormente.
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Custo de construção se eleva em São Paulo
Em fevereiro, o Custo Unitário Básico da construção civil do Estado de São Paulo registrou alta de 0,35%, a maior variação mensal dos últimos oito meses.
Em fevereiro, o Custo Unitário Básico da construção civil do Estado de São Paulo registrou alta de 0,35%, a maior variação mensal dos últimos oito meses. A variação em 12 meses alcançou 5,87%. Os custos com mão de obra subiram 0,40%, refletindo a alta nas tarifas de metrô e ônibus em diversos municípios e os custos mais elevados com alimentação na obra. Os custos com materiais também registraram aceleração, passando de 0,14% em janeiro para 0,31%.
Por sua vez, o INCC-M apresentou variação de 0,42%, o que representou uma desaceleração na comparação com o mês anterior. Em 12 meses, a taxa acumulada é de 7,93%. O grupo Materiais, Equipamentos e Serviços registrou variação de 0,40%. No mês anterior, a taxa havia sido de 0,35%. Por sua vez, o grupo Mão de Obra registrou desaceleração passando de 0,98% para 0,43%, em fevereiro. A variação em 12 meses do grupo de mão de obra atingiu 11,79%, a mais elevada desde julho de 2004.
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Ocupação e rendimento na construção continuam a crescer
De acordo com a Pesquisa Mensal de Emprego, o total de ocupados na construção nas seis regiões metropolitanas pesquisadas pelo IBGE alcançou 1,758 milhão pessoas em janeiro, o que representou alta de 8,8% na comparação com o mesmo período de 2011.
De acordo com a Pesquisa Mensal de Emprego, o total de ocupados na construção nas seis regiões metropolitanas pesquisadas pelo IBGE alcançou 1,758 milhão pessoas em janeiro, o que representou alta de 8,8% na comparação com o mesmo período de 2011. As maiores elevações ocorreram em Recife, 20,2%, e Rio de Janeiro, 14,1%. Na região metropolitana de São Paulo, o total de ocupados na construção apresentou crescimento de 5,3%, nessa mesma comparação.
A taxa de desocupação no setor na construção da civil atingiu 3,1%, indicando um ligeiro aumento na comparação com o resultado de janeiro de 2011, de 2,9%. A maior alta foi registrada na região metropolitana de São Paulo, onde a taxa passou de 2,2% para 3,0%. Porto Alegre também registrou alta nessa mesma comparação. Em Belo Horizonte, a taxa ficou no mesmo patamar do ano passado. As demais regiões - Belo Horizonte, Recife e Rio Janeiro - registraram quedas na taxa de desocupação.
O rendimento médio real da população ocupada na construção segue em elevação, com uma variação em 12 meses de 13,8%. As maiores elevações deram-se nas regiões de Salvador, com 35,4% e do Rio de Janeiro, com 34,9%. Em contrapartida, São Paulo observou o resultado mais modesto, de 1,3%.
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