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Lançamentos em São Paulo crescem
Em abril o número de lançamentos no mercado imobiliário da Região Metropolitana cresceu 87% em relação a abril de 2011.
Em abril o número de lançamentos no mercado imobiliário da Região Metropolitana cresceu 87% em relação a abril de 2011. Foram lançadas 4,139 mil unidades, totalizando cerca de 12 mil unidades na região nos primeiros quatro meses, o que representa um aumento de 41% em relação ao mesmo período de 2012.
Na cidade de São Paulo, que registrou 2,716 mil unidades lançadas em abril, o aumento no quadrimestre foi de 53%.
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INCC-DI registra taxa acumulada de 7,16% em 12 meses
Em abril, o INCC-DI registrou aumento de 0,74%.
Em abril, o INCC-DI registrou aumento de 0,74%. Todos os grupos registraram taxa mais elevada no mês, mas a maior contribuição veio da mão de obra, com aumento de 0,95%, refletindo ainda o acordo salarial do Rio de Janeiro.
O índice relativo a materiais, equipamentos e serviços, com taxa mensal de 0,50% refletiu a maior aceleração do grupo serviços, especialmente de nos itens projetos e alimentação. Entre os materiais, a maior pressão veio da alta do cimento de 1,24%. Em 12 meses, o INCC-DI apresenta aumento de 7,16%, a maior entre os componentes do IGP-DI.
Por sua vez em São Paulo, os custos setoriais registraram taxa mensal de 0,18% - menor que a de março (0,24%). Os custos com mão de obra favoreceram a desaceleração, passando de 0,28% em março para 0,09%. O componente materiais de construção acelerou e apresentou variação de 0,30%, refletindo especialmente o aumento do cimento (0,51%) e do concreto (0,94%). Em 12 meses, o CUB-SP apresenta elevação de 6,66%.
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Primeiro trimestre fraco
O crescimento do emprego na construção no mês de março foi de 1,4%, quando comparado ao mesmo mês do ano anterior, totalizando um estoque de 3,45 milhões de empregos.
O crescimento do emprego na construção no mês de março foi de 1,4%, quando comparado ao mesmo mês do ano anterior, totalizando um estoque de 3,45 milhões de empregos. Em termos dessazonalizados, o resultado de março foi 0,03% inferior ao de fevereiro.
No acumulado do primeiro trimestre o emprego cresceu 1,9% - a menor taxa de crescimento de um primeiro trimestre desde 2007.
Vale destacar o desempenho de dois segmentos que tiveram crescimento levemente superior em março em relação ao observado em fevereiro: infraestrutura e preparação de terrenos. A melhora em preparação de terrenos pode ser uma primeira indicação de recuperação do segmento imobiliário que acumula no trimestre queda de 0,7% em relação ao mesmo período de 2012. O segmento de infraestrutura por sua vez, acumula alta de 2,62% no trimestre e deve fechar o ano com crescimento superior à média dos demais segmentos.
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Preços dos imóveis sobem menos
A variação anual real dos valores de imóveis residenciais no país foi de 3% em janeiro, segundo o Banco Central.
A variação anual real dos valores de imóveis residenciais no país foi de 3% em janeiro, segundo o Banco Central. O resultado significa uma desaceleração forte na elevação dos preços no mercado mobiliário, o que mostra uma maior acomodação da demanda. Em janeiro de 2010, a alta chegou a 19% na comparação com janeiro de 2009.
O novo indicador, o Índice de Valores de Garantia de Imóveis Residenciais Financiados (IVG-R), passou a ser divulgado pelo Banco Central em abril. O índice é calculado a partir do valor de avaliação dos imóveis que compõem as operações de financiamento imobiliário para pessoas físicas.
O cálculo do IVG-R considera as avaliações de imóveis localizados em 11 regiões metropolitanas: Belém, Belo Horizonte, Brasília, Curitiba, Fortaleza, Goiânia, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo.
O índice foi calculado retroativamente a 2003. As taxas anuais passam a ser disponibilizadas no construdata na parte de índices e preços.
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Contratação das construtoras em ritmo mais lento em 2013
O número de empregos ativos na construção civil brasileira cresceu 2% em fevereiro de 2013 quando comparado ao mesmo mês do ano anterior.
O número de empregos ativos na construção civil brasileira cresceu 2% em fevereiro de 2013 quando comparado ao mesmo mês do ano anterior. Na série dessazonalizada o crescimento em relação a janeiro foi de 0,1% o que representa um aumento de 17 mil vagas. Assim, no acumulado dos dois primeiros meses do ano em comparação com o mesmo período de 2012, o emprego no setor cresceu 2,2%.
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Pressão da mão de obra arrefece em março
Em março, o INCC-M registrou desaceleração, passando de 0,80% em fevereiro para 0,28%.
Em março, o INCC-M registrou desaceleração, passando de 0,80% em fevereiro para 0,28%. Os três componentes do indicador registraram taxas menores, mas a desaceleração foi mais expressiva no componente mão de obra. O INCC-M mão de obra, que em fevereiro havia registrado elevação de 1,0%, teve alta de 0,14% no mês. O componente serviços elevou-se 0,13% depois de subir 0,69% em fevereiro.
Por sua vez, o componente materiais e equipamentos apresentou a taxa mais elevada entre os componentes do INCC, com alta de 0,50%, contra 0,57% em fevereiro. Dos quatro subgrupos que integram o índice de materiais e equipamentos, dois apresentaram decréscimo em suas taxas de variação: materiais para instalação (1,42% para 1,12%) e equipamentos para transporte de pessoas (0,90% para -0,03%). Materiais para estrutura e materiais para acabamento registraram taxas maiores em março, passando de 0,31% para 0,33%, e de 0,48% para 0,69%, nessa ordem.
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Emprego cresceu 5,9% em 2012
De acordo com a pesquisa mensal feita pelo SindusCon-SP em parceria com a FGV o número de empregados com carteira na construção atingiu 3,373 milhões em dezembro.
De acordo com a pesquisa mensal feita pelo SindusCon-SP em parceria com a FGV o número de empregados com carteira na construção atingiu 3,373 milhões em dezembro.
Na comparação com o ano passado, o crescimento do emprego chegou a 5,9%. O segmento imobiliário registrou crescimento de 2,5% e o de infraestrutura, de 7,5%.
Em janeiro de 2013 o nível de emprego na construção civil brasileira cresceu 1,07% na comparação com dezembro, o que representou a criação de 36,2 mil vagas no país. Em relação a janeiro de 2012, a alta foi de 2,4%.
No Estado de São Paulo o aumento foi de 1,37% na comparação com dezembro, com a abertura de 11,9 mil vagas, e de 1,66% frente a janeiro de 2012.
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Investimento cai em 2012
Segundo o IBGE, o PIB brasileiro somou 4,4 trilhões em 2012 e encerrou o ano com variação acumulada de 0,9%.
Segundo o IBGE, o PIB brasileiro somou 4,4 trilhões em 2012 e encerrou o ano com variação acumulada de 0,9%. No ano anterior, o crescimento havia sido de 2,7%. Dentre os componentes da demanda, as maiores contribuições vieram dos gastos do governo (3,2%) e do consumo das famílias (3,2%). A formação de capital teve queda de 4%, levando a taxa de investimento do país em 2012 para 18,14%, apenas um pouco superior a taxa alcançada em 2009, de 18,07%.
Do ponto de vista setorial, agropecuária e indústria recuaram em 2012 (variações de -2,3% e -0,8%, respectivamente). Mas os serviços, principal componente do PIB, teve alta (1,7%). Dentro da indústria, vale destacar o desempenho da construção, estimado a partir da série de produção de insumos, que registrou crescimento de 1,4%.
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Custos estáveis em São Paulo
Em São Paulo os custos setoriais medidos pelo Custo Unitário Básico da Construção (CUB) residencial registraram variação de -0,01% em fevereiro na comparação com janeiro.
Em São Paulo os custos setoriais medidos pelo Custo Unitário Básico da Construção (CUB) residencial registraram variação de -0,01% em fevereiro na comparação com janeiro.
O componente materiais de construção teve ligeiro declínio, de -0,02% em comparação a janeiro, enquanto os custos com mão de obra e os salários dos engenheiros permaneceram estáveis (variação de 0%). Em 12 meses, o CUB registra elevação de 6,8%.
Por sua vez, o acordo coletivo de Minas continuou a influenciar a variação do custo da construção medido pelo INCC-M. Em fevereiro a taxa de 0,80% foi muito superior ao resultado de janeiro (0,39%). Foi a maior alta entre os componentes do IGP-M, que apresentou crescimento de 0,29% no mês. O item mão de obra registrou taxa mensal de 1%, enquanto o índice de materiais, equipamentos e serviços teve alta de 0,59%. Em 12 meses, o INCC-M elevou-se 7,35%.
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